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» VOCÊ QUER SER UM DOADOR DE ÓRGÃOS E TECIDOS?

 

Com relação a ser um doador de órgãos e tecidos para transplante, pela legislação vigente, nenhuma declaração em vida é válida ou necessária, não há possibilidade de deixar em testamento, não existe um cadastro de doadores de órgãos e nem são mais válidas as declarações nos documentos de identidade e carteiras de habilitação e nem as carteirinhas de doador, lembrando que a carteirinha de doador* poderá influenciar na decisão dos familiares no momento da doação, Maiores informaçõesclique aqui.


 

» NOTA ESCLARECIMENTO SOBRE SITUAÇÃO ATUAL DE SARAMPO COMISSÃO DE INFECÇÃO EM TRANSPLANTES / ABTO - Atualizado: 22/Julho/2019.

SITUAÇÃO ATUAL SARAMPO ESTADO SÃO PAULO

Desde fevereiro de 2018, o Brasil tem reportado a circulação do vírus do sarampo em 11 estados da federação.
O estado de São Paulo está vivenciando um grande aumento no número de casos de sarampo, nos últimos meses. O sarampo é uma doença viral infecciosa aguda, altamente contagiosa, que pode ter sérias complicações e tem potencial para causar surtos.
Em 2019, ate? 15 de junho, foram 123 casos confirmados de sarampo no Brasil; destes, 51 casos foram confirmados no estado de São Paulo. Na capital paulista, ha? 32 casos confirmados de sarampo, sendo oito importados e 24 em fase de investigação quanto ao provável local de infecção, além de 208 casos em investigação. Não ha? registros de óbito por sarampo na cidade de São Paulo, ate? o momento.

RECOMENDAÇÃO PARA PACIENTES TRANSPLANTADOS DE ÓRGÃOS SÓLIDOS

A vacina do sarampo (SCR ou tríplice viral – que protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola) é constituída por vírus vivo atenuado, e, portanto, está CONTRA-INDICADA para uso em indivíduos imunodeprimidos, incluindo todos os transplantados em uso de terapia imunossupressora, independente do tempo pós-transplante.

Pacientes transplantados de órgão sólidos NÃO DEVEM participar de campanhas de vacinação de bloqueio que estão sendo realizadas em determinados locais em situações de ocorrência de casos de sarampo.

Indicação de Imunoglobulina
Pacientes transplantados de órgão sólidos EM EXPOSIÇÃO DIRETA com pessoas com suspeita ou confirmação de sarampo DEVEM RECEBER IMUNOGLOBULINA.
Deve ser oferecida, exclusivamente, dentro dos seis (6) primeiros dias apo?s a primeira exposição ao caso de sarampo
A imunoglobulina humana devera? ser utilizada para pacientes transplantados de órgão sólidos que tenham tido exposição significativa a? doença para reduzir o risco de adoecimento e complicações pelo sarampo. A equipe de infectologia deve avaliar a indicação da imunoglobulina. Caso necessário, o paciente deverá ser encaminhado ao Hospital de referência.

E? considerado indivíduo exposto, aquele que teve contato com caso de sarampo durante o seu período de transmissibilidade (6 a 4 dias antes do inicio do exantema ate? 4 dias depois).

RECOMENDAÇÃO PARA PACIENTES EM LISTA DE TRANSPLANTE DE ÓRGÃO SÓLIDOS

Por ser vacina com vírus vivo atenuado, os pacientes em lista de transplante de órgãos sólidos, que não estejam em uso de imunossupressor, devem ser vacinados mas devem aguardar no mínimo 30 dias para serem transplantados após a vacinação.

RECOMENDAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE

É importante que TODOS OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE que tenham contato com paciente transplantado de órgão sólido tenham AO MENOS DUAS DOSES da vacina de Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) registradas em carteira, independente da idade atual.
Pedimos a todos que não tiverem duas doses comprovadas da vacina SCR que se vacinem. Lembramos que só devem ser consideradas as doses aplicadas após um ano de idade.
As mulheres em idade fértil não devem engravidar por 90 dias, após a vacina contra sarampo.

RECOMENDAÇÃO PARA FAMILIARES E CONTATOS PRÓXIMOS

É importante que TODOS OS FAMILIARES E OS CONTATOS PRÓXIMOS aos pacientes transplantados de órgãos sólidos procurem as Unidades Básicas para atualizarem sua situação vacinal. Considera-se protegido contra sarampo quem tem AO MENOS DUAS DOSES da vacina Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR) registradas em carteira, aplicadas depois de um ano de idade. Caso não tenha essa documentação da vacina, é necessário vacinar. As mulheres em idade fértil não devem engravidar por 90 dias após a vacina contra sarampo. Aqueles que tiveram sarampo não precisam ser vacinados.

Fonte:
Secretaria do Estado do Governo de São Paulo – CVE.
http://www.saude.sp.gov.br/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica-prof.-alexandre-vranjac/homepage/destaques/alerta-sarampo

Prefeitura do Município de São Paulo – Secretaria Municipal de Saúde.
Medidas de Controle de Sarampo – Atualizado em Julho 2019.
Disponível em: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/medidas_de_%20controle_%20sarampo_2019.pdf


 

» VACINAÇÃO PRÉ E PÓS-TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS ADULTO

 

Os candidatos a transplantes de órgão sólidos, os receptores, seus comunicantes domiciliares, os doadores e a equipe assistencial devem ter seus esquemas vacinais avaliados e atualizados, como medida preventiva de complicações infecciosas nos pacientes transplantados. Entretanto, a imunogenicidade de algumas vacinas é menor em indivíduos com disfunção terminal de órgãos e em imunossuprimidos. Adicionalmente, por questões de segurança, vacinas com microrganismos vivos são contra-indicadas para pacientes imunossuprimidos, sendo recomendada sua administração anteriormente ao transplante. Desta forma, o esquema vacinal deve ser iniciado logo após a inclusão do indivíduo em lista de espera, e reiniciado após o transplante, quando o nível de imunossupressão for reduzido ao menor possível, o que na maioria das vezes corresponde ao período após seis meses do transplante.
Clique aqui para visualizar o documento completo.
Clique aqui para fazer o download da Ficha de Enacaminhamento para Vacinação Básica.



 

» TRANSPLANTE ÓSSEO x TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS

Vem sendo divulgado, à comunidade científica, em meios não tradicionais, que o transplante ósseo levaria à dificuldade em encontrar doador adequado, no caso do indivíduo que recebeu o transplante ósseo vir a necessitar, no futuro, de um transplante renal ou de outro órgão. A causa dessa dificuldade seria a formação, induzida pelo transplante ósseo, de anticorpos anti-HLA (Human Leucocyte Antigens) que, se forem contra antígenos HLA presentes em um potencial doador, impediriam o transplante....

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