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Histórico da ABTO

Aos dezenove dias do mês de dezembro de um mil, novecentos e oitenta e seis, reuniram-se pela primeira vez os membros fundadores da ABTO, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, com a finalidade de instituírem esta nova entidade de classe. A abertura foi proferida pelo saudoso Dr. E.J.Zerbini, que discursou sobre as diferentes áreas de transplantes de órgãos, e, nesse dia, discursaram também os Professores Dr. Adib Domingos Jatene, sobre transplantes de coração, Dr. Emil Sabbaga, sobre transplantes de rim, Dr. Silvano Raia, sobre transplantes de fígado, Dr. Tadeu Cvintal, sobre transplantes de córnea, Dr. Urio Mariano, sobre transplantes de tecidos e Dr. Jorge Kalil, sobre Imunologia, todos enumerando os pontos de dificuldades, estatísticas, situação brasileira dos transplantes na época e, principalmente, o ponto comum de todas as áreas, que são os doadores e receptores de órgãos.

Nesse dia também foram discutidos e votados os termos que constituiriam o primeiro estatuto da Associação, documento anexo (1) e parte integrante deste histórico, no qual podemos verificar os principais objetivos desta entidade, ou seja:

a) Estimular o desenvolvimento de todas as atividades relacionadas com os transplantes de órgãos no Brasil;
b) Congregar os profissionais e as entidades envolvidas com, ou interessadas em transplantes de órgãos;
c) Contribuir para o estabelecimento de normas e para a criação e aperfeiçoamento de legislação relacionada com o transplante de órgãos;
d) Estimular a criação de centros de doação, bancos de órgãos, serviços de identificação de receptores e outros correlatos;
e) Estimular a pesquisa e colocar na difusão de conhecimentos sobre transplante de órgãos;
f) Promover a realização de congressos, simpósios, conferências e outras atividades relacionadas com o transplante de órgãos;
g) Difundir, junto ao público em geral com os recursos de conscientização disponíveis, e respeitada a ética profissional, o significado humanitário, científico e moral da doação de órgãos para transplantes.
h) Estimular o intercâmbio com Sociedades congêneres.

A ABTO, em seus primeiros anos de existência, encontrou muitas dificuldades, principalmente na área financeira, sendo que, em muitas ocasiões, a diretoria via-se compelida a arcar com diversas despesas através de seus recursos particulares.

Desde sua primeira gestão, a diretoria já batalhava para a regularização dos transplantes, levando suas sugestões para os redatores das leis de transplantes, tanto do Poder Legislativo, como do Conselho Federal de Medicina, no caso da definição de critérios para diagnóstico de morte encefálica, por exemplo. Ainda nessa gestão, a ABTO integrando-se à SP Transplantes, participou do Plano Piloto para a elaboração dos critérios, em cada área de transplantes para doação, retirada e, principalmente, distribuição de órgãos, em São Paulo e que, posteriormente, serviria de modelo para o restante do país. Nessa época também teve início a emissão e a distribuição esporádica de um Boletim Informativo, com diversas matérias como: calendário de eventos, gráficos e outras notícias relativas ao mundo dos transplantes.

A segunda gestão dava continuidade aos projetos da primeira, mas agravava-se um dos grandes problemas da época: a falta de doadores de órgãos. Mister se fazia a necessidade de se organizarem campanhas de doação de órgãos. Outro grande problema era a falta de médicos e para-médicos especializados na manutenção de um potencial doador (indivíduo em morte encefálica), como também a falta de conhecimento na comunicação com as centrais de procura de órgãos. Tornava-se, então, urgente, a necessidade de se organizarem palestras e treinamentos específicos com as equipes hospitalares. Vários encontros foram programados desde então, e realizados nas principais cidades brasileiras, tendo continuidade durante a terceira gestão.

Já dizia Dr. Mário Abbud Filho, no final de sua gestão (1992), ao abrir o III Congresso Brasileiro de Transplantes, na cidade de São Paulo, que fazer parte da diretoria naquela época era um teste de perseverança, resignação e coragem, pois a tarefa era imensa e a quantidade de braços, reduzida. Assim mesmo, já eram promovidas e incentivadas campanhas de doação de órgãos, alertas eram emitidos para a falta de infra-estrutura disponível nos hospitais brasileiros, reivindicações eram feitas junto aos órgãos governamentais para que outros tipos de transplantes fossem codificados pela Previdência Social, como também, era veementemente combatida a comercialização de órgãos e defendidos com energia os princípios ético-morais e a total transparência aos olhos da nossa sociedade com relação à realização dos transplantes.

Em 1995, na gestão do presidente Dr. Elias David-Neto, a ABTO deu início à sua ascensão, projetando-se finalmente no cenário nacional. Foi criado o Registro Nacional de Transplantes, que, no início, era feito de forma completamente artesanal, havendo necessidade de cada equipe transplantadora do país ser contatada por telefone e convencida a informar mensalmente todos os transplantes por ela efetuados. A cada mês, o processo era repetido. Os transplantes eram lançados num programa especialmente desenvolvido para esta finalidade e os relatórios emitidos eram fotocopiados e enviados pelo correio para todos os associados, centros transplantadores, Ministério da Saúde, secretários de saúde, alguns parlamentares, mídia e demais interessados. Nesta gestão também foram criadas as centrais estaduais de transplantes, tendo a ABTO participado ativamente da formação das mesmas, elaborando modelos de funcionamento, inclusive com normas, rotinas, impressos, etc. Nessa época, a ABTO também desenvolveu um bom relacionamento com a mídia, começou a ficar conhecida e, tendo participado mais ativamente das discussões sobre a lei, tornou o transplante mais conhecido na comunidade leiga. Foi mais longe, envolveu-se na regulamentação da distribuição de novas drogas imunossupressoras, que melhor qualidade de vida puderam proporcionar aos pacientes transplantados. Durante sua gestão também foi realizado o primeiro consenso estadual de transplante de órgãos, tendo sido reunidos, durante um final de semana, todos os responsáveis pelas equipes de transplante do Estado de São Paulo.

Em 1997, sob a direção do Dr. Valter Duro Garcia, a ABTO decididamente consagrou-se em sua trajetória de ascensão. A sede que até então, acompanhava o Presidente, desligou-se e instalou-se numa sala independente, na Avenida Paulista, em São Paulo, com duas funcionárias. Dentro de uma política mais agressiva, no intuito de difundir ainda mais os transplantes de órgãos, assim como intensificar o número de doações, a nova diretoria visou quatro setores considerados como fundamentais:

a) Organização
b) Financiamento
c) Educação
d) Legislação e regulamentação

Organização: a ABTO propôs um sistema de quatro níveis, ou seja, nacional, estadual, regional e hospitalar. As características dos sistemas estaduais e regionais não deveriam ser uniformes, mas deveriam adaptar-se às peculiaridades de cada região. Neste modelo, o Estado ficaria com as funções de normatização, distribuição, financiamento e fiscalização, enquanto que a procura de doadores (captação) seria função do hospital, através dos seus coordenadores. Iniciou-se, então, por iniciativa da ABTO, um registro nacional, com informações uniformes sobre doadores potenciais e efetivos e as causas da não remoção dos órgãos, possibilitando assim um estudo mais específico de cada região.

Financiamento: não poderia passar em branco, a luta da ABTO para a criação de um fundo nacional para o financiamento das atividades relacionadas ao transplante e pela inclusão de todos os tipos de transplante nos planos de saúde.

Educação médica: Este período também foi marcado pelos diversos cursos regionais realizados por todo o país, tanto para formação de coordenadores hospitalares de transplantes como para conscientização de médicos intensivistas quanto à importância da manutenção do potencial doador e da comunicação às centrais de captação de órgãos. Batalhava-se também pela introdução da disciplina de doação e transplante nas faculdades de medicina e enfermagem, tendo sido enviado um projeto nesse sentido à UNESCO.

Mídia: foram organizados encontros regionalizados com a imprensa para a discussão de temas específicos ou controversos, como distribuição de órgãos, comércio de órgãos e formas de consentimento.

População: o assunto doação e transplantes de órgãos definitivamente, estava em ascensão. Havia, pois, a necessidade de fornecer informações à população. Assim foi feito, através da mídia, de palestras em escolas, etc. A home page atualizada e com informações pertinentes foi, também, um bom meio de se atingir determinado segmento da população, além do estímulo dado à criação de organizações de familiares de pacientes ou de doadores para trabalharem ativamente nesta área.

Legislação e regulamentação: era importante trabalhar e muito foi feito pela diretoria da ABTO para alterar a lei, transformando-a de “doação presumida” para “decisão solicitada”. A opinião do doador precisava ser respeitada.

Nesse biênio foi criado o JBT-Jornal Brasileiro de Transplantes, órgão oficial da ABTO, destinado à publicação de artigos científicos da área de transplante e especialidades afins, escritos em português, inglês ou espanhol, distribuído para todos os associados, todas as bibliotecas de faculdades de medicina, centros transplantadores, todas as sedes do Conselho Regional de Medicina, sendo que na atualidade também é distribuído para médicos transplantadores e associações de transplantes da América Latina e de Portugal. O Registro Nacional de Transplantes passou por uma total reformulação, aumentando o número de informações, gráficos e estatísticas e passou a ser publicado em forma de revista com o nome de RBT-Registro Brasileiro de Transplantes, tendo ampla distribuição nacional e para países da América Latina, atualmente distribuído também em Portugal. O antigo boletim informativo ganhou o nome de “ABTO News”, aumentou seu volume, passou a ser publicado em forma de revista, aumentou sua tiragem e tornou-se um grande informativo para a classe transplantadora e afins.

Tivemos também nesse biênio, pela primeira vez, a participação de uma equipe de atletas transplantados participando oficialmente de torneio esportivo fora do Brasil: os II Jogos Argentinos e I Jogos Latino Americanos para Transplantados, de 4 a 6 de dezembro de 1998, na cidade de Buenos Aires, com a participação de 150 atletas transplantados entre argentinos, venezuelanos, uruguaios, espanhóis e chilenos. Nosso atletas, participando nas modalidades tênis, natação, atletismo e boliche, trouxeram cinco medalhas de ouro e uma de prata. No biênio seguinte (sob o comando do presidente Dr. Henry de Holanda Campos), a trajetória dos atletas continuaria, desta vez participando do XII World Transplant Games, realizados de 5 a 12 de setembro de 1999, em Budapest – Hungria, com dois atletas, nas modalidades tênis e natação, sendo que o tenista chegou às finais, perdendo somente para o campeão mundial e a natação rendeu aos brasileiros, uma medalha de bronze.

Outro acontecimento marcante nessa gestão foi o início da Campanha Nacional de Doação de Órgãos, a nível nacional. Foi escolhido o dia 27 de setembro, dia de São Cosme e São Damião (padroeiros dos transplantes), como data símbolo, ou seja, o Dia Nacional da Doação de Órgãos. A “I Campanha Nacional de Doação de Órgãos” mobilizou o país quase por inteiro, proporcionando às pessoas, não só maiores conhecimentos sobre os transplantes, como também deixando aflorar seus sentimentos, abrindo seus corações e nele colocando os primeiros elos para a construção de uma grande corrente de solidariedade. Este movimento foi também uma demonstração de força de uma coletividade, ao mostrar que, caminhando juntos e perseguindo objetivos comuns, todos haveriam de ganhar muita força e sucesso na empreitada.

Os anos de 1998 e 1999 foram marcados pelo aumento significativo no número de transplantes efetuados: cerca de 20% em 1998 e de 30% em 1999, apesar de, reconhecidamente, ainda ser um número bem pequeno frente à real necessidade do país.

O biênio seguinte, sob o comando do Dr. Henry de Holanda Campos, foi marcado por diversas iniciativas no sentido de realização de cursos, encontros, seminários, campanhas, etc. Um dos principais eventos foi o Fórum sobre a Situação do Transplante de Fígado no Brasil, em 9 de fevereiro de 2001, em São Paulo, com a presença do Coordenador do Sistema Nacional de Transplantes, representando o Ministério da Saúde, representante do Ministério Público, representante da Central Nacional de Transplantes, presidentes de associações de pacientes transplantados, etc. O apoio à instalação de centrais estaduais de transplante foi intensificado, houve aumento significativo na tiragem das revistas da ABTO, aumentando assim o número de destinatários da mala direta.

Diante de tanto crescimento, houve a necessidade de mudar a sede para um escritório maior, assim como de adquirir mais equipamentos e contratar mais um funcionário.

Um momento expressivo nesse biênio foi o Seminário “Transplantes – Política de fomento na Captação de Órgãos”, em Brasília, no dia 16/08/2000, evento este que representou um marco na evolução dos transplantes em nosso País, já que ali, pela primeira vez, um Ministro de Estado da Saúde ouviu, de uma ampla representação de profissionais envolvidos com diversas modalidades de transplantes, suas sugestões e reivindicações para a adoção de medidas que possibilitem um aumento mais rápido e significativo no número de doações. Foi um debate de alto nível, onde pode ser notada a credibilidade e a confiança depositada na ABTO, por toda comunidade transplantadora.

Uma maior inserção no cenário internacional foi uma das prioridades do Dr. José Osmar Medina Pestana, próximo presidente da ABTO (jul/2001 a dez/2003), pois o rápido crescimento do número dos transplantes no Brasil, colocou-o em destaque no cenário internacional e essa posição precisava ser consolidada através da maior divulgação de resultados, participação em congressos internacionais e publicação de trabalhos científicos. Assim sendo, foram intensificados os laços com a Sociedade Portuguesa de Transplantação e com as entidades congêneres de países da América Latina. O Brasil também foi palco de eventos internacionais, como o caso do II Congresso da International Pediatric Transplant Association, o que evidenciou reconhecimento da maturidade alcançada pelos brasileiros em transplantes de órgãos e tecidos.

Outro fato de estrema relevância, ainda dentro do contexto da política internacional, foi a escolha do Brasil, através da ABTO, para coordenar as atividades de um Registro Latino-Americano de Transplantes, nos moldes do RBT-Jornal Brasileiro de Transplantes.

A ABTO, motivada pelo desejo de atrair a população para o tema doação de órgãos de forma bastante direta através de suas raízes, em meados de 2002, propôs à Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, o enredo sobre transplantes para ser apresentado ao público, no desfile do ano de 2003. Houve uma certa preocupação e espanto no início, por parte dos dirigentes da escola, mas essas sensações terminaram em entusiasmo e todos mergulharam na idéia. Para a ABTO, esse evento foi muito significativo, pois, além da merecida credibilidade, transmitiu à sociedade a mensagem da doação, através de uma manifestação da nossa cultura e da mais conhecida de nossas tradições: o Carnaval.

O ano de 2002 também foi marcado pelo início oficial da parceria científica Brasil – Portugal, por ocasião do I Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes, durante o VI Congresso Português de Transplantação, de 16 a 19 de junho, em Lisboa, Portugal, evento a realizar-se anualmente, intercalando-se entre Portugal e Brasil.

Em abril de 2004, a ABTO conta com 613 associados (titulares e fundadores), dentre médicos, biólogos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, bioquímicos, assistentes sociais e 48 sócios correspondentes, estes últimos, apenas pessoas que se interessam pela causa e que desejam trocar correspondências com a ABTO ou receber suas publicações, totalizando assim, 961 sócios.


 DIRETORIAS DA ABTO

1987/1988
Diretor Executivo: Jorge Elias Kalil Filho
Vice-Diretor: Ivo A.Nesralla
Secretário: Luiz Estevam Ianhez
2º Secretário: Geraldo Campos Freire
Tesoureiro: Sérgio Mies
2º Tesoureiro: João Chequer Bou-Habib
Conselho Deliberativo:
Emil Sabbaga
Adib Domingos Jatene
Eduardo Távora
Lauro Brandina
 
1989/1990
Diretor Executivo: Ivo A.Nesralla
Vice-Diretor: Ivo Coelho
Secretário: Hoel Sette
2º Secretário: Jorge Neumann
Tesoureiro: Noedir G. Stolf
2º Tesoureiro: João Chequer Bou-Habib
Conselho Deliberativo:
Emil Sabbaga
Eduardo Távora
Lauro Brandina
Adib A.Jatene
Sérgio Mies
Edson Ando
 
1991/1992
Diretor Executivo: Mário Abbud Filho
Vice-Diretor: Guido Pio Graco Cantisani
Secretário: Paulo Chapchap
2º Secretário: Euler Pace Lasmar
Tesoureiro: Elias David-Neto
2º Tesoureiro: Contijo Bayard
Conselho Deliberativo:
Silvano Mário A. Raia
Luiz Estevan Ianhez
Luiza Guglielmi
Walton Nosé
Jorge Elias Kalil Filho
Noedir G. Stolff
Ivo A. Nesralla
 
1993/1994
Diretor Executivo: Luiz Estevan Ianhez
Vice-Diretor: Euler Pace Lasmar
Secretário: Eduardo Carone Filho
2º Secretário: Jorge Milton Neumann
Tesoureiro: Elias David-Neto
2º Tesoureiro: Rubens Belfort Jr.
 
1995/1996
Presidente: Elias David-Neto
Vice-Presidente: Sérgio Monteiro de Carvalho
Secretário: Paulo Chapchap
2º Secretário: Henry de Holanda Campos
Tesoureiro: Alfredo Inácio Fiorelli
2º Tesoureiro: Antonio E. Bittar
Conselho Consultivo:
Elias Kalil Filho
Ivo A.Nesralla
Mário Abbud Filho
Luiz Estevan Ianhez
             
1997/1999
Presidente: Valter Duro Garcia
Vice-Presidente: Henry de Holanda Campos
Secretário: José Osmar Medina Pestana
2º Secretário: Nicholas Panajotopoulos
Tesoureiro: Flávio Jota de Paula
2º Tesoureiro Luiz Sérgio Leonardi
Conselho Consultivo:
Dr. Luiz Estevan Ianhez (Presidente)
Dr. Elias David-Neto (Secretário)
Dr. Euler Pace Lasmar
Dr. Mario Abbud Filho
Dr. Ruy de Lima Cavalcanti Neto
Dra. Deise R. B. Monteiro de Carvalho
 
2000/2001
Presidente: Henry de Holanda Campos
Vice-Presidente: José Osmar Medina Pestana
Secretário: Flávio Jota de Paula
2º Secretário: João Batista Teixeira Pinto
Tesoureiro: Eduardo Carone Filho
2º Tesoureiro: Walter Antonio Pereira
Conselho Consultivo:
Elias David-Neto (Presidente)
Valter Duro Garcia (Secretário)
Luiz Estevam Ianhez
Sérgio Mies
José Roberto Feresin Moraes
Noedir Stolf
 
2001/2003
Presidente: José O. Medina Pestana
Vice-Presidente: Walter Antonio Pereira
Secretário: Flávio Jota de Paula
2º Secretário: João Batista Teixeira Pinto
Tesoureiro: Maurício Iasi
2º Tesoureiro: José Wanderley Neto
Conselho Consultivo:
Valter Duro Garcia (Presidente)
Henry de H. Campos (Secretário)
Elias-David Neto
José Roberto Feresin Moraes
Marcelo Perosa de Miranda
Sérgio Mies
 
2004/2005
Presidente: Walter Antonio Pereira
Vice-Presidente: Maria Cristina Ribeiro de Castro
Secretário: Marcelo perosa de Miranda
2º Secretário: Júlio Wiederkehr
Tesoureiro: Maria Gerbase de Lima
2º Tesoureiro: Rafael de Aguiar Barbosa
Conselho Consultivo:
Henry de Holanda Campos (Presidente)
José Osmar Medina Pestana (Secretário)
Valter Duro Garcia
Elias David-Neto
Euler Pace Lasmar
Irene de Lourdes Noronha
 
2006/2007
Presidente: Maria Cristina Ribeiro de Castro
Vice-Presidente: Jorge Milton Neumann
Secretário: Paulo Celso Bosco Massarolo
2º Secretário: Rafael de Aguiar Barbosa
Tesoureiro: Claudio Santiago Melaragno
2º Tesoureiro: José Huygens Parente Garcia
Conselho Consultivo:
José Osmar Medina Pestana (Presidente)
Walter Antonio Pereira (Secretário)
Henry Holanda Campos
Valter Duro Garcia
Elias David-Neto
Jorge Kalil
 
2008/2009
Presidente: Valter Duro Garcia
Vice-Presidente: Ben-Hur Ferraz-Neto
Secretário: Irene Noronha
2º Secretário: Henry de Holanda Campos Barbosa
Tesoureiro: Lucio Filgueiras Pacheco Moreira
2º Tesoureiro: Euler Pace Lasmar
Conselho Consultivo:
Walter Antonio Pereira (Presidente)
Maria Cristina Ribeiro de Castro Campos (Secretária)
Jose Osmar Medina Pestana
Deise Monteiro de Carvalho
Elias David-Neto
Jorge Neumann
 
2010/2011
Presidente: Ben-Hur Ferraz-Neto
Vice-Presidente: Henry de Holanda Campos Barbosa
Secretário: Lucio Filgueiras Pacheco Moreira
2º Secretário: Marida Mazzali
Tesoureiro: Joel de Andrade
2º Tesoureiro: Alfredo Inácio Fiorelli
Conselho Consultivo:
Maria Cristina Ribeiro de Castro (Presidente)
Valter Duro Garcia (Secretário)
Walter Antonio Pereira
José Osmar Medina Pestana
Jorge Neumann
Mario Abbud Filho
 

2012/2013
Presidente: José Osmar Medina de Abreu Pestana-SP
Vice-Presidente: Lucio F. Pacheco Moreira-RJ
Secretário: Marilda Mazzali-SP
2º Secretário: Eliana Regia Barbosa-CE
Tesoureiro: Alfredo Inácio Fiorelli-SP
2º Tesoureiro: Roberto Ceratti Manfro-RS
Conselho Consultivo:
Valter Duro Garcia-RS (Presidente)
Ben-Hur Ferraz Neto-SP (Secretário)
Maria Cristina Ribeiro de Castro-SP
Elias David-Neto-SP
Jorge Neumann-RS
Maria Cristina Castro-SP

2014/2015
Presidente: Lúcio F. Pacheco Moreira (RJ)
Vice-Presidente: Roberto C. Manfro (RS)
Secretário: Tainá V. de Sandes Freitas (SP)
2º Secretário: Agnaldo Soares Lima (MG)
Tesoureiro: Paulo M. Pêgo Fernandes (SP)
2º Tesoureiro: Eliana Régia Barbosa (CE)
Conselho Consultivo:
Ben-Hur Ferraz Neto-SP(Presidente)
José Osmar Medina Pestana-SP (Secretário)
Valter Duro Garcia-RS
Elias David-Neto-SP
Jorge Neumann-RS
Maria Cristina Castro-SP
 
2016/2017
Presidente: Roberto C. Manfro (RS)
Vice-Presidente: Paulo M. Pêgo Fernandes (SP)
Secretário: Eliana Régia Barbosa de Almeida (CE)
2º Secretário: Joao Seda Neto (SP)
Tesoureiro: Tainá Veras de Sandes Freitas (CE)
2º Tesoureiro: Deise R. De Boni Monteiro Carvalho (RJ)
Conselho Consultivo:
José Osmar Medina Pestana (SP) - Presidente
Lúcio Pacheco (RJ) - Secretário
Ben-Hur Ferraz Neto (SP)
Valter Duro Garcia (RS)
Mario Abbud Filho (SP)
Maria Cristina Castro (SP)
 



CONGRESSOS DA ABTO

I Congresso Nacional de Transplante de Órgãos da ABTO
1 a 3/12/88 – Guarujá/SP
 
II Congresso Nacional da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
I Encontro da ABTO pára Enfermagem em Transplantes

29/11 a 02/12/1990 – Canela/RS
 
III Congresso Nacional da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
II Encontro da ABTO para Enfermagem em Transplantes

03 a 05/12/1992 – São Paulo/SP
 
IV Congresso Nacional da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
III Encontro de Enfermagem em Transplante

06 a 09/04/1995 – Curitiba/PR
             
V Congresso da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
IV Encontro de Enfermagem para Transplante

09 a 12/04/1997 – Brasília/DF
 
VI Congresso da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
V Encontro de Enfermagem para Transplante

07 a 10/04/1999 – Belo Horizonte/MG

VII Congresso da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos
VI Encontro de Enfermagem para Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade 2001 – ABH

28 a 31 de março de 2001 – Vitória/ES 
 
VIII Congresso Brasileiro de Transplantes
VII Encontro de Enfermagem para Transplantes
II Congresso Luso-Brasileiro de transplantes
Fórum de Histocompatibilidade 2003 – ABH

28/06 a 2 de julho de 2003 – Fortaleza/CE 
 
IX Congresso Brasileiro de Transplantes
IV Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes
VIII Encontro de Enfermagem em Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade – ABH
I Encontro Brasileiro de Psicologia em Transplantes
I Encontro Brasileiro de Fisioterapia em Transplantes

02 a 06 de julho de 2005 – Salvador/BA
Presidente: Dr. Jorge Bastos 
 
X Congresso Brasileiro de Transplantes
VI Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes
XIX Congresso Latino Americano Y Del Caribe de Trasplantes
IX Encontro de Enfermagem em Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade - ABH
I Encontro Multiprofissional em Transplante
s
02 a 05 de setembro de 2007 – Florianópolis/SC
Presidente: Dra. Maria Cristina Ribeiro de Castro
Presidente da Comissão Local: Dr. Élcio Silva 
 
XI Congresso Brasileiro de Transplante
VIII Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes
X Encontro de Enfermagem em Transplantes
II Encontro Multiprofissional em Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade - ABH

13 a 16 de outubro de 2009 – Recife/PE
Presidente: Valter Duro Garcia
Presidente da Comissão Local: Amaro Medeiros de Andrade 
 

XII Congresso Brasileiro de Transplante
X Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes
XI Encontro de Enfermagem em Transplantes
III Encontro Multiprofissional em Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade - ABH

01 a 04 de outubro de 2011 – Belem/PA
Presidente: Ben-Hur Ferraz Neto
Presidente da Comissão Local: Paulo Cardoso Soares 
 

XIII Congresso Brasileiro de Transplante
XII Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes
XII Encontro de Enfermagem em Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade - ABH

12 a 15 de outubro de 2013 – Rio de Janeiro/RJ
Presidente: José Medina Pestana
Presidente da Comissão Local: Lúcio Pacheco
 
XIV Congresso Brasileiro de Transplante
XIII Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade - ABH

24 a 27 de outubro de 2015 – Gramado/RS
Presidente: Lucio Pacheco
Presidente da Comissão Local: Valter Duro Garcia
 

XV Congresso Brasileiro de Transplante
XVI Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes
Fórum de Histocompatibilidade - ABH


ABTO-ISHLT Joint Symposium
24 a 27 de outubro de 2015 – Gramado/RS
Presidente: Roberto C. Manfro
Presidente da Comissão Local: Julio Cesar Wiederkehr